A Rede Cerrado e o Movimento Negro Unificado (MNU) acionaram o Ministério Público Federal e o Ministério Público Eleitoral para solicitar providências urgentes que garantam o transporte de indígenas, quilombolas e outras comunidades tradicionais no segundo turno das eleições, marcado para domingo (25/10).As entidades relatam dificuldades relacionadas à disponibilidade de embarcações, combustível e transporte terrestre, além de problemas de planejamento e articulação entre órgãos públicos.
No Amazonas, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) indeferiu um pedido da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) para transportar eleitores de 44 aldeias, distribuídas em sete polos-base. Alguns trajetos exigem de três a cinco dias ou mais de navegação.Leia também: Janones prevê queda do "Exército do Lula" às vésperas do debate na GloboNo Pará, a representação destaca a situação dos eleitores Parakanã da Terra Indígena Apyterewa, que precisam de transporte fluvial e terrestre para chegar a Altamira.
As entidades também pedem a verificação de dificuldades envolvendo comunidades quilombolas em municípios de Minas Gerais e do Piauí.Em outra frente, a Rede Cerrado e o MNU solicitaram ao Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) a avaliação de uma fiscalização sobre o planejamento e a execução dos recursos federais destinados ao transporte eleitoral.
O pedido busca esclarecer possíveis falhas administrativas e identificar medidas corretivas, sem atribuir previamente responsabilidades ou afirmar a existência de dano ao erário. Saiba Mais Cidades DF IPCA-15 de Brasília desacelera em outubro e traz alívio para o consumidor Revista do Correio Almoço prático: 5 receitas de forno fáceis para o dia a dia Flipar Após fim de casamento de 14 anos, Nívea Stelmann faz revelação sobre seus beijos em novelas: ‘Aproveitava’
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