O vocabulário de Donald Trump nunca foi muito além da quinta série do ensino fundamental. Mas sua personalidade carismática e a ausência de freio em manipular fantasias populares encontravam seguidores ávidos por promessas.
Conseguiu ser eleito duas vezes para a Casa Branca sapecando superlativos absolutos à frente de afirmações fraudulentas. Até tornar-se um chato, como cunhou o historiador português Rui Tavares.
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O Globo