Cracóvia, na Polônia, teve um ataque a tiros neste sábado (7) que deixou seis mortos e 15 feridos na Praça do Mercado Principal, no centro histórico da cidade. Depois do ataque, a polícia encontrou três corpos na casa do suspeito, e o total de mortos chegou a nove.
O suspeito é um polonês de 25 anos. Segundo a polícia, ele agiu sozinho e disparou de dentro de um carro, por volta das 15h (horário local), contra pessoas que estavam na praça.
Ele foi baleado por policiais durante a detenção, perto do cruzamento das ruas Dietla e Stradomska, e levado ao hospital. O ataque aconteceu em 7 de novembro de 2026, no centro histórico de Cracóvia, a segunda maior cidade da Polônia e um dos principais destinos turísticos do país.
Foi na Praça do Mercado Principal, área de grande circulação de pessoas, que o atirador começou a disparar de dentro de seu carro, por volta das 15h (horário local). Segundo a polícia, ele agiu sozinho.
Durante a detenção, perto do cruzamento das ruas Dietla e Stradomska, foi baleado por policiais e levado ao hospital. Confira também: Ataque a faca em escola na Polônia deixa uma morta e dois feridos
Entre as seis vítimas fatais há quatro mulheres e dois homens, segundo a polícia e a prefeitura de Cracóvia. Ao menos 15 pessoas ficaram feridas, segundo a maioria das fontes consultadas; uma delas fala em 16.
O balanço inicial da polícia era de cinco mortos, e a própria corporação elevou o número para seis em publicação nas redes sociais. O número de mortos foi revisado durante o dia.
No início, o balanço da polícia era de cinco mortos, e a própria corporação elevou o total para seis em publicação no X. Já o número de feridos varia conforme a fonte: a maioria das fontes consultadas fala em 15, mas uma delas informa 16.
Com os três corpos achados na casa do suspeito, o total de mortos chega a nove, somando as seis vítimas do ataque e os três corpos encontrados no imóvel. Acompanhe: Polônia investiga queda de míssil russo em território e violação de espaço aéreo da OTAN
Durante o ataque, o suspeito vestia roupa de estilo militar, usava colete à prova de balas e portava uma espingarda de tipo militar. Um bonde da linha 1 também foi atingido por disparos na Praça de Todos os Santos.
O vidro da cabine do condutor quebrou, mas ninguém ficou ferido nesse episódio. Após o ataque, autoridades encontraram os corpos de duas mulheres e um homem na residência do suspeito.
O primeiro-ministro Donald Tusk afirmou: “Duas mulheres e um homem foram encontrados mortos na residência do autor”. Tusk também classificou o ataque como terrorismo.
Com os três corpos encontrados na casa, o total de mortos chega a nove: as seis vítimas do ataque e os três corpos achados no imóvel. A identidade de duas das vítimas fatais ainda não estava confirmada.
O ministro do Interior, Marcin Kierwinski, disse que o atirador parecia estar “fascinado por ideologias de extrema-direita”. O governo polonês afirma a mesma coisa, mas a motivação do ataque ainda não foi esclarecida oficialmente, e não há detalhes oficiais sobre a influência dessas ideias no crime.
Líderes de outros países também se manifestaram. O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy e o presidente francês Emmanuel Macron prestaram condolências às vítimas, aos afetados e às famílias.
Na Polônia, o governo decretou dois dias de luto nacional após o ataque. A prefeitura de Cracóvia decretou luto oficial na cidade e pediu que moradores e turistas evitassem a Praça do Mercado Principal.
Cracóvia é a segunda maior cidade da Polônia e um dos principais destinos turísticos do país, o que torna a área central, onde ocorreu o ataque, um ponto de grande circulação. O estado de saúde atualizado do atirador e dos feridos não foi divulgado.
A motivação do ataque também segue sem explicação oficial completa, e a identidade de duas das vítimas fatais ainda não estava confirmada até a publicação desta matéria.
Mixvale