Desde a redemocratização, a eleição de 2022 foi aquela em que a disputa presidencial foi decidida com a margem mais apertada, com apenas 1,8 ponto percentual entre o atual chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o então postulante à reeleição, Jair Bolsonaro (PL). A quatro dias daquele pleito, a pesquisa Quaest indicava o petista com uma vantagem superior: Lula aparecia com 48% das intenções de voto, seis pontos acima dos 42% de Jair.
Os levantamentos atuais indicam que o recorde de resultado parelho tem grandes chances de ser novamente quebrado. Matéria exclusiva para assinantes.
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O Globo