O despertador toca cedo no domingo e, em vez de virar para o outro lado, o jovem levanta, calça o tênis e sai para encontrar os amigos. O destino pode ser um parque, a orla ou a largada de uma prova.
Depois vêm o café da manhã, a conversa e a foto do grupo. A corrida ganhou espaço na agenda de uma geração que descobriu no movimento uma forma de convivência.
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O Globo