Lula não esquece ‘desfeitas’ de Alcolumbre e, vingativo, sonha com alternativa no Senado

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Lula (PT) não perdoa desfeitas ou o que considera “traições”, e o troco costuma ser cruel. Aliados e assessores próximos dizem que o presidente reeleito sonha com uma alternativa que permita a ele deixar Davi Alcolumbre falando sozinho.

O presidente sempre se irrita quando lembra das derrotas que lhe foram impostas pelo presidente do Senado, como a humilhante rejeição de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). O PT também não gosta de Alcolumbre, “difícil, limitado, que se acha gênio”, como definiu veterano senador do PT da região Norte.

Governistas apostam que Lula seguirá com Alcolumbre até dezembro, mas depois, se puder, a ideia seria “largar a mão” do aliado de ocasião. Lula se manterá de “mãos dadas” se não houver alternativa para tentar barrar o avanço da direita liderada por Rogério Marinho (PL-RN).

Com Arthur Lira (PP-AL) senador, Lula espera negociação “pragmática” com o centrão, como tantas outras vezes, e enfim descartar Alcolumbre. Virou piada no gabinete de Lula referências ao fato de Alcolumbre não obter apoio nem dos outros dois senadores do seu Estado, o Amapá.

O Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União (CGU), responsável pela suposta divulgação de gastos do governo Lula (PT), está com dados desatualizados há meses. As informações sobre despesas com viagens a serviço estão paradas desde 4 de setembro.

Já registros de gastos com cartões corporativos permanecem paralisados desde a fatura de agosto de 2026, conforme indicação do próprio portal. O período coincide com a eleição que culminou com a vitória petista.

A Lei da Transparência e Lei de Acesso à Informação obrigam o governo a divulgar, em tempo real e proativamente, dados detalhados dos gastos. As despesas com viagens do governo federal estão estacionadas em R$1,31 bilhão desde o início de setembro.

Já os gastos do governo Lula com os cartões de pagamento do governo federal, os cartões corporativos, pararam em R$72,5 milhões. Interventor de Pernambuco, Agamenon Magalhães sabia do vazio entre as orelhas de um jovem parente, que faria vestibular na Faculdade de Direito.

A seu pedido, o professor responsável lhe fez uma pergunta idiota: “Qual é o rio que banha o Uruguai e cujo nome batizou o país?” O rapaz não soube responder e o professor resolveu ajudar: “Vou lhe dar uma dica: é o rio U-ru...” O rapaz respondeu, triunfante: “...Urubu!”. O professor não se conteve: “Vou aprovar você por causa do dr.

Agamenon, mas urubu é a mãe!...” Rogério Marinho (PL-RN) revelou ontem que conversa diariamente com Tereza Cristina (PP-MS), que também disputa a presidência do Senado, e revelou que combinaram avaliar até o fim de dezembro, que seguirá na disputa quem tiver melhores condições de derrotar Davi Alcolumbre.

O Paraguai segue dando lições ao Brasil, agora fazendo as instituições funcionarem. Bem diferente do Brasil, onde prevalece a “ética de máfia” reclamada por ministro STF durante recente sessão de julgamento.

O senador eleito Gustavo Gayer (PL-GO) apontou a trajetória irrelevante de Alcolumbre, político que se arrumou na vida sem arrumar seu Estado, e se refere ao presidente do Senado, no Youtube, como um “Zé Ruela”. Carlos Portinho (PL-RJ) saiu furioso do plenário do Senado após o agora governista radical Alcolumbre retirar da pauta a redução da maioridade, descumprindo acordo firmado na véspera.

Ordem chegou do Planalto. Bia Kicis (PL-DF) após TSE acatar ação contra chapa de Lula por abuso de poder

Carlos Portinho (PL-RJ) tentou ligar para Camilo Santana (PT-CE) após Lula mandar os governistas recuarem no acordo sobre a maioridade. O petista não atendeu.

“Deve ser de vergonha que não me atendeu”, disse. Mesmo com divisão interna, a executiva nacional do PDT, partido em rota de extinção, aprovou a federação com o PSB.

A coluna trouxe ontem (6) a picuinha entre figuras dos dois partidos. O PSB delibera na quinta (12).

Após ter sua prisão decretada por tráfico de drogas e associação criminosa, o presidente do Tribunal Supremo da Bolívia, Romer Saucedo, fugiu do País. A suspeita da Fiscalía é que ele fugiu para o Brasi;, claro.

Dando de ombros para a Legislação, o registro de quanto o governo petista torrou com renúncias fiscais está parado no Portal da Transparência desde 2024. A última atualização apontava R$70,7 bilhões

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