Gilmar Mendes e Morgana de Almeida celebram sucesso do IDP, que se tornou universidade

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Fonte da notícia: Metropoles Metropoles

Realizada pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), no campus da Asa Norte, a 29ª edição do Congresso Internacional de Direito Constitucional ocorreu entre terça-feira (20/10) e essa quinta-feira (22/10). Para celebrarem o sucesso do evento, o cofundador da instituição de ensino superior e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e a ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Morgana de Almeida reuniram ilustres convidados em um coquetel, no Lago Sul, no último dia da conferência.

A ocasião teve um significado ainda mais especial: o IDP se transformou em universidade, conforme portaria do Ministério da Educação (MEC). Em clima intimista e sofisticado, a recepção reuniu ministros, magistrados e autoridades, além de professores e pesquisadores de diversas nacionalidades, como Argentina, Alemanha, Grécia, Israel e Itália.

De Portugal, veio o presidente do Fórum de Integração Brasil Europa (FIBE), Vitalino Canas. No convite, o ministro fez questão de ressaltar que a confraternização celebrou a conquista histórica da Universidade IDP e mais uma edição do importante encontro jurídico e acadêmico.

Em conversa à coluna Claudia Meireles, o ministro Gilmar Mendes evidenciou o esforço para manter o congresso sempre em alto nível acadêmico, contando com a presença de professores e estudiosos renomados, vindos de diferentes partes do mundo. “Nós tivemos 12 painéis, aproximadamente 70 palestrantes, sendo 12 do exterior, de vários países.

Foram mais de 3,2 mil inscritos acompanhando presencial e on-line. Em momentos de pico, mais de 700 participantes na sala“, pontuou.

“O Congresso Internacional de Direito Constitucional coincidiu com a idade do IDP, de 28 anos. Em suma, foi um evento muito marcante que coincidiu também com os 38 anos da Constituição Federal de 1988.

Temos que lembrar que em 5 de outubro houve mais um aniversário da Constituição de 1988. Sempre importante celebrarmos todas essas conquistas”, salientou o anfitrião.

Gilmar Mendes aproveitou para citar que a instituição de ensino superior recebeu do Ministério da Educação (MEC) o aviso de que o pleito para o instituto se tornar uma universidade foi acolhido. “Portanto, é uma data também de um novo nascimento acadêmico do IDP”, enfatizou o ministro do STF.

“Tornar-se universidade é algo muito positivo. Nós começamos fortemente engajados no direito público, direito constitucional, estamos sempre avançando para outras áreas.

Temos cursos de administração, economia, engenharia de software e psicologia. Em suma, estamos em várias áreas do conhecimento”, argumentou o cofundador da Universidade IDP.

Segundo o ministro do STF, a instituição de ensino soma 6 mil alunos, em pós-graduação, mestrado, doutorado e graduações. “De fato, tornamo-nos uma instituição relevante em termos de Brasil e também com um grande grau de internacionalização.

Neste momento, nós temos pelo menos 100 alunos estudando em universidades estrangeiras, da Argentina, China, Estados Unidos e Itália, onde nós temos uma grande cooperação”, endossou. Cofundador do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, marcou presença no evento.

Em declaração, ele frisou que a instituição de ensino superior busca manter a excelência no fornecimento de conhecimento. Na avaliação do PGR, o IDP segue inovando a cada ano, além de manter o compromisso de oferecer metodologia prática aos estudantes, corpo docente qualificado e forte conexão com o mercado.

“O congresso se tornou um evento necessário na cidade e na vida acadêmica. O evento atraí pessoas de todo o Brasil e de fora do país.

Acredito que o público jovem está cada vez mais empolgado com a possibilidade de discutir ideias com pessoas que pensam diferente também, não é só uma mesma linha de pensamento que é apresentada. O congresso continua seguindo a filosofia que inspirou a criação do IDP”, sustentou Paulo Gonet.

Em conversa com a coluna, o professor Markus Kotzur, da Universidade de Hamburgo, na Alemanha, compartilhou que conhece Gilmar Mendes há anos. O ministro do STF era bastante próximo do mentor acadêmico do docente, Peter Häberle (1934-2025).

“Tive o prazer de viajar e conviver com ambos. Além disso, já faz mais de 10 anos que venho ao Brasil.

É, de certa forma, um retorno para casa e, claro, conta com uma qualidade científica impecável”, detalhou. “O Congresso Internacional de Direito Constitucional reuniu intelectuais brilhantes de todo o mundo para debater temas atuais, abordando questões realmente urgentes do nosso tempo.

É algo muito especial, pois não se tratou apenas de um encontro social. Tratou-se, de fato, de estabelecer um diálogo e um debate com pessoas fascinantes de diversas partes do globo.

Acredito que é isso que torna o IDP tão singular”, complementou. O professor alemão vibrou ao saber que o instituto de ensino superior se transformou em uma universidade após a assinatura da portaria do Ministério da Educação.

“Parabéns por essa conquista. É uma notícia grandiosa e muito merecida, já que esta é uma das instituições brasileiras de maior destaque, inclusive na Europa”, reforçou Markus Kotzur.

Diretor da Universidade de Buenos Aires (UBA), Leandro Vergara foi um dos professores que prestigiou a edição da conferência e o coquetel na casa do ministro do STF. Ele teceu elogios às ocasiões: “Foi uma boa experiência no congresso, com muita continuidade nesses 29 anos.

Ano que vem, completa 30 anos. Visualizando o evento como um todo, parabenizo o IDP pela organização, inclusive agradeço por estar com tantos colegas tão renomados.”

Professor titular da Universidade de Buenos Aires (UBA), Raúl Ferreyra definiu o congresso como “uma magnífica experiência” devido a quantidade de palestrantes presentes. Alguns nomes vieram da América Latina, da Europa e do Oriente Médio.

“Isso garantiu a profundidade das teses apresentadas e os diálogos estabelecidos entre elas. O resultado constitui uma contribuição notável para a teoria constitucional e para o direito constitucional”, defendeu.

“Sempre que venho aqui, sinto-me sul-americano e tenho a oportunidade de compartilhar com o ministro Gilmar Mendes, com todos os colegas do IDP e com os demais presentes. É uma experiência que é, ao mesmo tempo, fraterna e científica”, acrescentou Ferreyra.

Conforme Ittai Bar-Siman-Tov, professor da Universidade Bar-Illan, em Israel, a conferência foi um “grande sucesso”. “Considero muito impressionante.

Temas bem variados e muitos painéis importantes. Para mim, foi muito bom, porque fiz duas apresentações distintas: uma na minha área de especialidade, que é a teoria da legislação, e a outra na minha outra área, que é inteligência artificial no direito.

Bastante bacana”, afirmou. Integrante do corpo docente da Universidade de Kassel, na Alemanha, o professor Gerrit Hornung disse ser um “verdadeiro prazer” poder participar do Congresso Internacional de Direito Constitucional e visitar o Brasil pela primeira vez.

“Fiz uma palestra na conferência. É muito bom estar aqui.

Cheguei nesta manhã e dei uma passeada rápida pela cidade. Já fui ao Supremo Tribunal Federal”, contou.

Comissário de proteção de dados do estado de Hessen, na Alemanha, o professor Alexander Roßnagel confidenciou estar “muito orgulhoso” por ter participado do congresso internacional. “É uma conferência muito impressionante.

Percebi que englobou variados temas e opiniões interessantes. É um evento muito grande do IDP”, declarou.

Na entrevista, mencionou que também foi o primeiro dia em Brasília e no Brasil. Durante o coquetel na residência dos ministros Gilmar Mendes e Morgana de Almeida, os convidados saborearam delícias apetitosas, como os petiscos bolinho de bacalhau, ouriço de camarão, coxinha de lagosta ao molho bisque, mil folhas de castanha e mezzaluna de queijo com dip de goiabada.

Os presentes brindaram pelo IDP se tornar universidade e ao sucesso do congresso com espumante, uísque e vinho branco e tinto. Quanto ao prato principal, anfitrião e convidados degustaram ravióli de alho-poró ao molho roquefort, com pera caramelizada e queijo parmesão, além de filé ao molho poivre com batata gratinada ou bobó de camarão com farofa e banana da terra caramelizada.

Brownie de chocolate, tartar de frutas e red velvet em miniatura estiveram entre as sobremesas servidas. Confira quem esteve no coquetel pelos registros da fotógrafa Wey Alves:

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