O cantor sertanejo Eduardo Costa abriu o coração ao relembrar momentos difíceis da infância. O artista, que tem mais de 11 milhões de seguidores no Instagram, disse que viveu “um inferno” e que, com frequência, não tinha comida em casa.
Para enganar a fome, ele chegou a cheirar cola de sapateiro. “Acabei virando trombadinha”, afirmou.
Em entrevista, o artista sertanejo afirmou que a infância foi cercada de pobreza. Eduardo Costa nasceu em Belo Horizonte, mas passou parte da criação na cidade de Abre Campo, em Minas Gerais.
“Um inferno. [A ponto] de não ter a comida, o banho, o básico direito.
Não ter um pingo de dignidade”, disse ele na LeoDias TV. Diante da dificuldade que enfrentava dentro de casa, o cantor afirmou que começou a trabalhar cedo para ajudar no sustento da família.
“Fui vender coisas na rua. Vendia picolé, coxinha, pastel e, nos finais de semana, verdura”, relembrou.
“Às vezes dava para comprar o arroz, mas não sobrava para o feijão. Isso com dez ou 11 anos de idade”, completou.
O artista seguiu com seu relato, explicando o que fazia para enganar a fome: “Eu fui para a rua, acabei virando trombadinha de rua, fui morar com a minha avó. Eu cheirava cola de sapateiro, que era para poder não sentir fome.
E eu fui morar na rua, em Belo Horizonte”, afirmou. As coisas só começaram a mudar na adolescência, quando ele descobriu na música uma maneira de sobreviver.
“Com mais ou menos 15 anos, foi quando a música apareceu na minha vida”, concluiu o artista. Eduardo Costa começou a carreira musical em 1990, tocando em barzinhos e pequenos palcos da capital mineira.
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