O cinema de Karim Aïnouz transborda brasilidade desde “Madame Satã” (2002). Mas, alternando sua vida em Fortaleza e São Paulo com anos em Paris, Nova York e Berlim, sua carreira tem um pé aqui e outro fora. Desde “A vida invisível” (2019), que ganhou o prêmio da mostra Um Certo Olhar em Cannes, suas aventuras internacionais ficaram mais ousadas. Ele buscou equilibrar culturas diferentes em “O jogo da rainha” (2023), drama de época sobre a monarquia inglesa, e agora “Rosebush pruning”, que é um aparente “eat the rich”, ao qual o cineasta traz ambiguidade e certa empatia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Com Elle Fanning e Callum Turner, 'Rosebush pruning', de Karim Aïnouz, mostra 'família para a qual o adjetivo disfuncional seria elogio'
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