Grife italiana que virou sinônimo de luxo discreto inaugura nesta quinta-feira (5) no Shopping Cidade Jardim, sua primeira loja no continente, em meio à maior expansão da história do centro de compras Resumo e áudio gerados por inteligência artificial a partir do texto desta matéria.
A Loro Piana, grife italiana considerada a vanguarda do quiet luxury, o luxo discreto que dispensa logotipos aparentes, inaugura nesta quinta-feira (5) sua primeira loja na América Latina. O endereço é o Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, em parceria exclusiva com a JHSF, dona do empreendimento.
Na marca, uma camiseta básica lisa custa R$ 7.259. Com 304,30 m² no térreo do shopping, a boutique é operada diretamente pela Loro Piana e marca a entrada oficial da grife no mercado brasileiro.
O espaço reúne coleções feminina e masculina, acessórios, bolsas e calçados, além de uma área privativa para atendimento personalizado. O projeto traz peças do arquiteto e designer Jorge Zalszupin e um lustre da artista Elvira Schuartz.
“É uma marca com enorme identidade com os nossos clientes, pela altíssima expertise artesanal e pela qualidade excepcional de seus materiais, e uma das que eles mais pediam para estar no nosso ecossistema. A chegada da primeira loja na América Latina, operada diretamente pela Loro Piana, em uma parceria exclusiva com a JHSF, reflete também a relação de confiança que construímos com as grandes casas globais e coroa um momento histórico para o Shopping Cidade Jardim, reforçando sua posição como destino escolhido pelas principais marcas internacionais”, afirma o CEO da JHSF, Augusto Martins.
A abertura integra a maior expansão do Cidade Jardim desde sua inauguração, em 2008. O projeto acrescenta cerca de 3.400 m² de área bruta locável e eleva o total para aproximadamente 52 mil m², com entregas até o primeiro semestre de 2027.
Em 2026, o shopping já recebeu a nova Dior, de 1.010 m², a maior da marca na América Latina, a department store CJ Fashion e a primeira Alaïa do continente. As próximas etapas incluem a ampliação da Hermès, de 464 m² para mais de 900 m², uma Chanel de cerca de 1.200 m², a maior do país, a Prada com 780 m² e uma nova Tiffany & Co.
com fachada do arquiteto japonês Shigeru Ban. Os restaurantes Carbone e Loulou também estão previstos.
Segundo a JHSF, as vendas do shopping cresceram em média 20% ao ano nos últimos cinco anos, com ocupação média acima de 99%. A expansão faz parte da estratégia da companhia, que soma R$ 19,1 bilhões em ativos, de ampliar receitas recorrentes.
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