Alcolumbre cobrou ponderação dos parlamentares e uma discussão direcionada aos interesses do país Resumo e áudio gerados por inteligência artificial a partir do texto desta matéria.
Durante sessão plenária no Senado Federal nesta quarta-feira (4), o presidente da Casa legislativa, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), rebateu críticas de parlamentares da oposição e defendeu a confiabilidade das urnas eletrônicas após questionamentos sobre os resultados do segundo turno das eleições presidenciais.
O pronunciamento destacou que o sistema de votação não foi contestado pelos políticos alinhados à Flávio Bolsonaro durante a apuração do 1° turno. “No primeiro turno, a urna eletrônica serviu.
No primeiro turno, a mesma urna eletrônica, que tem 30 anos de uso, serviu para eleger 120 deputados federais do partido do candidato que perdeu a eleição presidencial. Essa mesma urna serviu para eleger mais de vinte senadores e para comemorar, no primeiro turno, a votação expressiva do adversário do presidente Lula — que venceu por mais de 2 milhões de votos naquela etapa.
No segundo turno, porém, a urna já não prestava mais”, disse o presidente do Senado. Alcolumbre ainda ironizou: “Não encontrei uma pessoa para dizer que estava errado desde o início; queria ver alguém afirmar que deu errado apenas no segundo turno.
Ninguém explica: o total de votos subiu 10 ou 12 milhões e a urna era exatamente a mesma”. O presidente aproveitou para cobrar ponderação dos parlamentares e uma discussão direcionada aos interesses do país.
“Que todos nós assumamos o compromisso de trazer o debate para um senso razoável de país. Peço que usemos estes microfones para discutir o que queremos para as próximas gerações e o que pretendemos fazer para melhorar a saúde da população brasileira”, disse.
Vinicios Souza é editor e repórter no ND Mais, onde integra o Núcleo Nacional e escreve sobre fatos e assuntos de grande relevância e impacto na vida dos brasileiros. Produz matérias sobre política, Judiciário e transparência pública, além de acompanhar atentamente acontecimentos que repercutem no Brasil e no mundo.
Formado pela Unesa (Universidade Estácio de Sá), atua no jornalismo desde 2017 e acumula experiência em portais digitais, veículos impressos e comunicação empresarial. Acompanhou de perto a imigração venezuelana em 2018 e suas implicações locais no Mato Grosso do Sul.
É especializado em Jornalismo Político e Investigativo, possuindo conhecimento aprofundado no setor. Leia mais ▾
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