Advogado de ex-diretor do Master é tão ligado a Lula que até foi ao casamento dele com Janja

Advogado de ex-diretor do Master é tão ligado a Lula que até foi ao casamento dele com Janja - Foto
Fonte da notícia: Diario do poder Diario do poder

O ex-diretor de, veja só, compliance do Banco Master Luiz Antônio Bull, indiciado esta semana pela Polícia Federal no relatório parcial que investiga o esquema de fraude bilionário contra o sistema financeiro, escolheu bem o advogado para tentar se livrar das pendengas no Supremo Tribunal Federal (STF).

Trata-se de Augusto de Arruda Botelho, colado no presidente Lula (PT). O advogado foi um dos 200 seletos convidados que o petista chamou para o casamento com Janja em 2022.

Entre 2 de janeiro de 2023 e 31 de janeiro de 2024, Botelho ocupou a prestigiada cadeira de secretário nacional de Justiça do governo Lula. O advogado chegou ao posto nomeado por Flávio Dino, então ministro da Justiça, hoje ministro do Supremo Tribunal Federal.

Em 2025, foi no jato, de uma empresa de Vorcaro, com Dias Toffoli rumo à final da Libertadores. O ministro deu canetadas favoráveis ao Master.

No “X”, Botelho passa o tempo atacando a família Bolsonaro e divulgando artigos autorais, como o último “Por que voto em Lula”. A federação União Progressista roeu a corda de Flávio Bolsonaro, na terça-feira (27), dois dias após o candidato do PL perder a eleição presidencial, e declarou apoio à reeleição de Davi Alcolumbre (União-AP) para presidência do Senado.

Mas, internamente, no PP, apesar da assinatura do presidente do PP, Ciro Nogueira, não há consenso, ninguém foi ouvido. Nogueira é acusado de bajular Alcolumbre em busca de “proteção” junto ao regime empenhado em cortar-lhe a cabeça.

Entre progressistas, a queixa é que Alcolumbre escanteou o PP e tratou tudo direto com o presidente do União Brasil, Antônio Rueda. O partido prefere outros nomes, como a viável e admirada Tereza Cristina.

Moderada, é de oposição e tem trânsito com o agronegócio. Ainda que não seja Tereza, parte do PP ainda prefere Rogério Marinho (PL-RN), com apoio da família Bolsonaro, a um repeteco de Alcolumbre.

Na repressão que se seguiu ao golpe de 1964, houve uma verdadeira caça às bruxas. A crônica daquele tempo registrou a história de um agricultor pernambucano ligado ao movimento sindical fotografado em um comício do governador.

“O sr. conhece Miguel Arraes?” perguntou o policial.

“Conheço não, doutor. Só conheço ele de vista.

Nunca falei com ele, não.” O policial, inquisidor: “E esta foto do senhor com ele, num comício?” O camponês olhou assustado para seus interrogadores e jurou: “Vixe, seu major! E não é que o dr. Miguel Arraes estava perto mesmo! Eu nem notei, juro! Se fosse uma cobra, tinha me mordido.”

O senador eleito Rui Costa (PT-BA) elogiou velhinhos de andador e até carregados por filhos e netos para votar “e eleger Lula”. Isso é fantasia.

Foram votar como “prova de vida”, pressionados pelo INSS, porque temiam ficar sem suas aposentadorias degradantes nesta sexta (30). Com 50 parlamentares em 81, a oposição já soma quase dois terços dos votos no Senado.

Se não se dividir e conseguir aglutinar um pouco mais de apoio, Davi Alcolumbre (União-AP) pode começar a arrumar a gaveta. Alessandro Vieira (MDB-SE) chama atenção para as distrações com festas ou viagem de ex-candidatos enquanto rola um mega acordão para reeleger Davi Alcolumbre (União-AP) presidente do Senado.

Marcio Bittar (PL-AC) prega cautela com a reforma política no apagar das luzes. O senador lembra que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), assumiu compromissos que ainda não foram cumpridos.

Carlos Bolsonaro (PL-SC), senador eleito, sobre a situação do País Preso na operação “NXIVM”, da Polícia Civil do RJ, contra exploração sexual, Carlos Alberto Lúcio Bittencourt Filho é chefe de gabinete de Talíria Petrone (Psol-RJ), que votou contra castração química de pedófilo

O Orçamento de R$7,449 trilhões previsto pelo governo Lula para 2027 ainda não chegou à fase de emendas no Congresso. A LDO, que deveria ter sido votada até julho, também continua pendente de aprovação.

A internet resgatou vídeo que mostra Fernando Haddad (PT) defendendo o boicote, hoje criticado no PT. O ex-ministro de Lula dizia não comprar “nenhum palito de fósforo” de empresas sem certos compromissos.

Lula não parabenizou Javier Milei, presidente argentino, após a eleição. Elogiou o processo e instituições, desejou sucesso ao “novo governo”, mas não citou Milei.

Não telefonou, nem o cumprimentou pessoalmente.

Publicação Original Diario do poder diariodopoder.com.br
Acessar no site oficial
Compartilhar: WhatsApp Facebook Telegram X
Curadoria e Apuração Editorial QTU Conteúdo jornalístico publicado em conformidade com os nossos Princípios Editoriais e política de transparência.
Conhecer a Redação →