Ventos acima de 100 km/h arranca galpão inteiro e causa prejuízo de R$ 40 mil em SC: ‘Graças a Deus, na casa não aconteceu nada’

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Fonte da notícia: ND Mais ND Mais

Na Linha Santo Isidoro, em Belmonte, no Extremo-Oeste catarinense, a força de suposta microexplosão também arrancou árvores e derrubou postes, deixando moradores sem energia elétrica Resumo e áudio gerados por inteligência artificial a partir do texto desta matéria.

A força do vento foi suficiente para arrancar completamente um galpão de uma propriedade rural no Extremo-Oeste de Santa Catarina. A estrutura, utilizada para armazenar tabaco, foi destruída durante uma tempestade que atingiu Belmonte no fim da tarde de domingo (1º).

Os ventos passaram dos 100 km/h e o prejuízo estimado com a construção chega a R$ 40 mil. O episódio aconteceu na Linha Santo Isidoro e surpreendeu até mesmo quem já está acostumado a enfrentar temporais na região.

O morador Cleiber Ebertz contou que já havia presenciado tempestades severas e destelhamentos, mas nunca estragos dessa proporção. “Tempestade severa, sim, mas não nessa magnitude”, relatou em entrevista à Rede Peperi. Antes da tempestade, os termômetros chegaram a marcar 33°C na propriedade.

O forte aquecimento contribuiu para a formação de uma tempestade convectiva, classificada por meteorologistas como microexplosão, segundo Cleiber. O morador destacou que os ventos ultrapassaram os 100 km/h e arrancaram o galpão por completo.

A residência da família, felizmente, não foi atingida. A força do fenômeno também derrubou eucaliptos e araucárias.

Apesar da destruição da estrutura, os implementos agrícolas que estavam nas proximidades não sofreram danos. Os estragos não ficaram restritos à propriedade.

Um poste caiu dentro do terreno da família e outro foi derrubado na área de um vizinho. O fornecimento de energia elétrica também foi interrompido, e a propriedade permanecia sem luz desde a noite de domingo.

Outros moradores da Linha Santo Isidoro registraram danos em galpões, destelhamentos e quedas de árvores. Além de produtor de fumo, milho e soja, Cleiber trabalha na Defesa Civil na região de São Miguel do Oeste, onde acompanha ocorrências nos municípios atendidos pela Ameosc (Associação dos Municípios do Extremo Oeste de Santa Catarina.

Conforme o relato, Paraíso foi o município mais afetado pelo fenômeno. Marci Páz é editora-chefe do ND Mais na redação de Chapecó, cobrindo temas ligados ao desenvolvimento regional, como infraestrutura, turismo e transformações que impactam a região Oeste de Santa Catarina.

Natural de Chapecó, é formada pela Unochapecó (Universidade Comunitária da Região de Chapecó) e atua no Jornalismo desde 2006. Com experiência em rádio, jornal e assessoria de imprensa, traz um olhar atualizado sobre o que é relevante em cidades como Chapecó, São Miguel do Oeste, Concórdia, Xanxerê, Joaçaba e mais, com destaque para o cotidiano, segurança e trânsito.

Foi reconhecida com menção honrosa no Prêmio Fiesc de Jornalismo, em 2010, e mantém uma conexão direta com as tradições, paisagens e modos de viver que moldam o cenário regional. Possui vasta experiência cobrindo eleições desde 2006, atuando como repórter de rádio e editora-chefe em Chapecó durante pleitos municipais e gerais.

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