Hong Kong — No início de 1945, os líderes dos Estados Unidos, da União Soviética e da Grã-Bretanha se reuniram na cidade de Yalta, na Crimeia, e firmaram um acordo secreto que prometia a Moscou direitos especiais na China em troca de sua entrada na guerra contra o Japão. Mas a China não estava à mesa.“É uma lição histórica da política das grandes potências que a China jamais esquecerá”, afirmou Xin Qiang, especialista nas relações entre Estados Unidos e China da Universidade Fudan, em Xangai.
“Tudo foi feito pelas costas da China e às custas dos interesses chineses.”Mais de oito décadas depois, Pequim avalia sediar uma reunião trilateral entre o presidente Donald Trump, o presidente russo Vladimir Putin e Xi Jinping, líder da China.
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