Imagem gerada por IA Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta quinta-feira (22) na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), interrompendo uma sequência de oito sessões consecutivas de queda. Após atingir o menor patamar em dois meses, o mercado encontrou espaço para uma recuperação técnica, impulsionada por compras de barganha, pela valorização do petróleo e pela demanda chinesa.
A alta do petróleo contribuiu para sustentar as cotações, diante da relação entre o mercado energético e o óleo de soja utilizado na produção de biodiesel. Outro fator positivo foi a continuidade das compras chinesas no mercado norte-americano. Nesta quinta-feira, exportadores privados dos Estados Unidos anunciaram a venda de 202 mil toneladas de soja para o país asiático.
Os dados de exportação também reforçaram o cenário de demanda. As vendas líquidas norte-americanas de soja para a temporada 2026/27, iniciada em 1º de setembro, somaram 2,841 milhões de toneladas na semana encerrada em 15 de outubro. A China liderou as aquisições, com 2,179 milhões de toneladas.
O volume total ficou dentro das expectativas dos analistas, que projetavam vendas entre 1,1 milhão e 3 milhões de toneladas.
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Preços da soja em Chicago
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 7,75 centavos de dólar, ou 0,62%, cotados a US$ 12,53 por bushel. Já a posição janeiro avançou 6,50 centavos de dólar, equivalente a 0,51%, encerrando a US$ 12,6475 por bushel.
Entre os subprodutos, o farelo de soja para dezembro encerrou em queda de US$ 1,00, recuo de 0,28%, a US$ 347,30 por tonelada.
O óleo de soja, por outro lado, acompanhou o movimento positivo do mercado energético. Os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 66,74 centavos de dólar por libra-peso, com alta de 0,77 centavo, ou 1,16%.
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