Por Bruce WilliamPostado em 04 de novembro de 2026 Sharon Osbourne já tem pelo menos uma música escolhida para tocar em seu funeral.
A viúva de Ozzy Osbourne, que completou 74 anos em outubro, falou sobre o assunto durante uma participação no podcast The Osbournes, ao lado do filho Jack e da nora Aree. E, como era de se esperar de uma conversa entre os Osbourne, o assunto acabou misturando momentos sentimentais com boas doses de humor negro.
Conforme relata a Loudwire, a discussão começou quando a família comentou o caso de uma mulher da Geórgia, nos Estados Unidos, que resolveu organizar seu próprio velório enquanto ainda estava viva, com direito a caixão e discursos de despedida. Jack aproveitou para brincar que Ozzy teria ficado furioso se soubesse quanto a família gastou com seu funeral.
Aree ponderou que, pelo menos, ele teria gostado da comida. Quando surgiu a pergunta sobre quais músicas deveriam tocar em suas respectivas despedidas, Sharon não precisou pensar muito para apresentar sua primeira escolha: "See You on the Other Side", lançada por Ozzy no álbum Ozzmosis, de 1995.
"Bem, 'See You on the Other Side' definitivamente seria uma delas", respondeu Sharon, escolhendo uma canção cujo título, traduzido como "Vejo você do outro lado", ganhou um significado ainda mais especial depois da morte do marido, em julho de 2025. Mas a conversa não permaneceu séria por muito tempo.
Sharon sugeriu também "Hallelujah, She's Gone" ("Aleluia, ela se foi"), enquanto Jack entrou na brincadeira com "Ding Dong, the Witch Is Dead" ("Ding Dong, a Bruxa Morreu"). A mãe tratou de apresentar sua própria alternativa: "The Bitch Ain't Back" ("A Vadia Não Voltou"), uma inversão bem-humorada do título de "The Bitch Is Back", sucesso de Elton John, amigo da família.
Apesar das brincadeiras, Sharon explicou que considera importante encarar uma despedida como uma celebração da vida de quem partiu. "Depende das circunstâncias.
A maioria dos funerais é de pessoas mais velhas, então é algo relativamente esperado, embora seja sempre um choque. E precisa ser uma celebração da vida...
Tem que ser uma celebração." Sharon também comentou que, caso pudesse acompanhar espiritualmente o próprio funeral, não estaria preocupada com o que as pessoas diriam a seu respeito.
Afinal, se depender da seleção musical sugerida pela família, dificilmente sua despedida será uma cerimônia inteiramente solene.
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