Ao menos cem empresas brasileiras, incluindo grandes companhias com ações em Bolsa, já contrataram consultorias para fazer uma devassa no histórico de toda a rede de clientes, fornecedores e sócios. O objetivo é evitar qualquer risco de conexão com o crime organizado.
O movimento é uma reação à decisão do governo Donald Trump, que entrou em vigor em junho, de classificar as facções PCC e CV como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO, na sigla em inglês) e como Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGTs, em inglês). No mês passado, a Casa Branca voltou a afirmar que o Brasil falha no combate a essas organizações.
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O Globo