Mulher finge pedir pizza ao 190 e polícia resgata bebê em São Paulo

Mulher finge pedir pizza ao 190 e polícia resgata bebê em São Paulo - Foto
Fonte da notícia: O Dia O Dia

Uma mulher simulou um pedido de uma pizza e ligou para o 190 para pedir socorro discretamente e acionar a Polícia Militar, neste domingo (18), em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Os agentes resgataram o filho da vítima, um bebê de três meses de idade, de um suspeito de violência doméstica. A defesa do homem não foi localizada. O espaço segue aberto.A mulher relatou aos policiais que sofria ameaças e agressões praticadas pelo ex-companheiro. Segundo ela, após ser agredida, o homem havia levado o filho do casal para a própria residência e continuado a ameaçá-la.Dentro do imóvel do suspeito, os policiais encontraram o bebê sozinho sobre uma cama, com roupas cobrindo seu rosto e comprometendo a sua respiração. Os agentes retiraram imediatamente as peças para que a criança pudesse respirar.Segundo a polícia, o suspeito foi detido e alegou ter deixado o bebê sozinho por um período curto. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Defesa da Mulher de São Bernardo do Campo, onde o caso foi registrado e o homem permaneceu à disposição da Justiça.No momento em que a viatura se aproximou da casa da mulher, foi anunciado que "a pizza havia chegado". A estratégia, segundo a polícia, foi utilizada para orientar a saída da vítima do imóvel em segurança e reduzir a sua exposição a riscos, além de obter mais informações sobre o momento.Em 2024, mulher foi resgatada de cárcere privado após ligar para polícia pedindo 'pizza'Em setembro de 2024, uma mulher que estava sendo mantida em cárcere privado foi resgatada, em Samambaia, no Distrito Federal. Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), a vítima ligou para o número de emergência 190 e, disfarçando o pedido de socorro, solicitou uma "pizza", estratégia utilizada para mostrar que está correndo perigo.Ainda de acordo com a PMDF, ao chegar ao local, os agentes foram surpreendidos quando a mulher saiu correndo de dentro da casa, e disse que estava sendo mantida em cárcere privado por três dias. Ela relatou que foi estuprada e torturada, sendo ameaçada com uma faca, que era pressionada contra seu corpo. O suspeito acabou preso.

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