A agência de classificação de risco Moody’s Local reiterou sua nota “AAA.br” para a Itaúsa. A perspectiva é estável. Segundo a agência, a afirmação reflete “o sólido perfil financeiro de sua principal investida operacional, o Itaú Unibanco Holding S.A.”. Os analistas também consideraram que a subordinação estrutural da Itaúsa em relação ao Itaú Unibanco é “mitigada por sua baixa alavancagem, confortável posição de caixa, amplo acesso ao mercado para gestão de passivos e pelo gradual fortalecimento dos proventos recebidos de suas investidas não financeiras”.
A Moody’s Local afirmou que, em junho, o Itaú Unibanco representava aproximadamente 85% do portifólio de investimentos da Itaúsa, e os proventos vindos do banco representaram mais de 90% de todos os recebidos pela holding nos últimos anos. Desta forma, a agência avalia que, com a maturação dos demais ativos do portifólio, os proventos recorrentes do setor não financeiro devem aumentar gradualmente. No primeiro semestre, este setor representava 15% dos investimentos da Itaúsa.
Os especialistas também pontuaram que a holding mantém uma postura ativa na gestão de seu portifólio, “incluindo aportes de capital em ativos estratégicos, como a Aegea, com o objetivo de apoiar sua estrutura de capital e capturar valor no longo prazo”.
Outro ponto positivo considerado foi, em um cenário macroeconômico desafiador, a preferência da holding pela redução da alavancagem e o alongamento do perfil de sua dívida, ante a realização de novos investimentos. Assim, a Itaúsa “mantém confortável capacidade de cobertura do serviço da dívida e ampla flexibilidade financeira”.
*Estagiário sob supervisão de Nelson Rocco
Divulgação/Itaúsa
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