A democracia é celebrada como o regime em que os derrotados cedem não por que são convencidos da razão do outro, mas por serem minoria. Em quatro anos, foram poucos os lulistas e bolsonaristas que se deixaram convencer pelas razões adversárias. A resiliência da polarização é a prova disso. E o que o Brasil está para enfrentar neste domingo é a eleição mais desafiadora deste aval majoritário da democracia. São abundantes as evidências de que as urnas de domingo produzirão, em quaisquer hipóteses, o presidente eleito pela mais estreita maioria da história. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Maioria estreita dificultará pacificação
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