Depois de ensaiarem uma neutralidade na eleição presidencial e terem aderido com mais vigor à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, lideranças evangélicas de igrejas como a Universal e as Assembleias de Deus passaram a adotar um distanciamento estratégico do grupo político do senador, em especial após a tentativa do candidato derrotado ao Planalto de contestar o resultado das urnas e a fuga para os Estados Unidos.
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O Globo