Quatro anos e 11 meses. Quando Antônio Cláudio Barbosa de Castro deixou a cadeia na Grande Fortaleza, em 2019, depois de cumprir a pena por um estupro que não cometeu, o presidente do Brasil já havia mudado.
O ex-investigador e borracheiro avalia que também virou “outra pessoa” no cárcere, com marcas deixadas “no corpo e na alma”. O engano só foi desfeito em uma revisão criminal, em que o Judiciário reconheceu o erro e derrubou a condenação já considerada definitiva.
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O Globo