O Google anunciou que escolas que utilizam suas ferramentas educacionais poderão ter que autorizar o uso de recursos de inteligência artificial (IA) para manter o acesso ao mecanismo de busca da empresa. A mudança foi comunicada na terça-feira (3) e envolve instituições de ensino fundamental e médio.
A decisão ocorre em meio a críticas de educadores, especialistas em desenvolvimento infantil e familiares sobre a presença das tecnologias da empresa no ambiente escolar. A discussão ganhou força em agosto, quando o Google disponibilizou o chatbot Gemini para estudantes que utilizam o Google Classroom.
Diante da repercussão, a empresa informou que o uso dessas ferramentas deixará de ser ativado automaticamente nas contas escolares. A partir da mudança, os administradores poderão definir individualmente quais serviços estarão disponíveis para os alunos.
Entre os recursos que poderão ser habilitados ou desativados estão o Gemini, o Gemini Notebook e o próprio buscador do Google. Todas as ferramentas ficarão bloqueadas por padrão, cabendo às instituições de ensino decidir quais serão liberadas para uso.
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