Em uma noite de intensa carga dramática no Nubank Parque, em São Paulo, o Fluminense venceu o Palmeiras por 1 a 0 no tempo regulamentar da partida de volta da semifinal da CONMEBOL Libertadores de 2026, mas acabou eliminado na disputa por pênaltis pelo placar de 5 a 3. Sob a arbitragem do uruguaio Esteban Ostojich, a equipe tricolor conseguiu igualar o confronto agregado em 2 a 2 após ter sido derrotada por 2 a 1 no jogo de ida no Maracanã, mas viu o clube alviverde demonstrar precisão absoluta nas penalidades para assegurar sua vaga na decisão continental pela oitava vez em sua história.
O confronto começou em ritmo acelerado, com o Fluminense pressionando desde o primeiro minuto e criando uma grande oportunidade em finalização de Guilherme Arana após jogada construída por Hulk. Ao longo do jogo, o Palmeiras, comandado pelo técnico Abel Ferreira, buscou gerenciar a vantagem obtida no Rio de Janeiro apoiando-se em uma forte organização defensiva.
A resistência palmeirense acabou superada aos 36 minutos do segundo tempo, quando Wesley Natã, Ganso e Hulk participaram da construção da jogada até a bola se oferecer a Hércules, que finalizou de chapa na meia-lua, a bola ainda carimbou a trave antes de estufar a rede do goleiro Carlos Miguel, garantindo a vitória tricolor no tempo normal.
Na decisão por pênaltis, o Palmeiras manteve 100% de aproveitamento, convertendo todas as suas cinco cobranças com Maurício, Gustavo Gómez, Ramón Sosa, Joaquín Piquerez e Marlon Freitas. Pelo lado do Fluminense, Thiago Silva, Hércules e Guilherme Arana marcaram seus gols, mas o momento decisivo emergiu quando o goleiro Carlos Miguel defendeu a quarta cobrança tricolor, executada por Nonato.
Na sequência, Marlon Freitas converteu a quinta penalidade alviverde, confirmando a classificação histórica do Palmeiras para a final da competição.
Diario do poder