A Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam) propôs à embaixada dos Estados Unidos a realização de um encontro para apresentar a Zona Franca de Manaus (ZFM) a potenciais investidores norte-americanos. A proposta foi discutida nesta quarta-feira (4 de novembro), durante visita da adida econômica Bárbara Hall à sede da entidade.
O presidente da Fieam, Antônio Silva, sugeriu que o encontro inclua relatos de empresas norte-americanas que já operam no Amazonas. A intenção é mostrar o funcionamento do modelo, os incentivos e os resultados das indústrias instaladas no estado.
A reunião também tratou das perspectivas da ZFM com a implementação da reforma tributária. Segundo a Fieam, Bárbara demonstrou interesse nos efeitos das mudanças sobre os investimentos e nas possibilidades de crescimento da indústria amazonense.
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Disputa por investimentos Silva defendeu que a indústria local disputa investimentos com países como México, China e Paraguai.
Na apresentação à comitiva, destacou os incentivos fiscais, o acesso ao mercado brasileiro e a segurança jurídica do modelo, que, segundo ele, foi reforçada pela reforma tributária. “O desenvolvimento deste país passa pela Amazônia.
Temos um modelo consolidado, com segurança jurídica, incentivos e uma estrutura industrial capaz de atender ao mercado brasileiro”, afirmou. De acordo com os dados apresentados pela Fieam, o polo industrial de Manaus reúne mais de 500 empresas.
Silva citou os setores de eletroeletrônicos, duas rodas, termoplásticos, química, informática, metalurgia e mecânica, além de oportunidades na produção de fios, cabos, processadores e microchips. Leia mais
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O presidente da entidade apontou a qualificação profissional, com apoio do Senai Amazonas, e a inovação tecnológica como fatores para atrair novas fábricas. Também reconheceu a necessidade de ampliar a infraestrutura de saneamento e de abastecimento de água e gás para acompanhar a expansão industrial.
Na área ambiental, Silva usou a manutenção de aproximadamente 95% da cobertura florestal do Amazonas como argumento para atrair investimentos sustentáveis. Ele atribuiu à ZFM uma contribuição para a preservação da floresta.
Participaram da reunião a assessora de comércio e investimentos da embaixada, Maitê Rabelo, o segundo vice-presidente da Fieam, Wilson Périco, e diretores da entidade. Foto: divulgação/Fieam
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