Dois anos depois, médicas relembram ataque israelense 'devastador' com pagers no Líbano, 'diferente de tudo já visto antes'

Dois anos depois, médicas relembram ataque israelense 'devastador' com pagers no Líbano, 'diferente de tudo já visto antes' - Foto
Fonte da notícia: O Globo O Globo

Karim* tinha 11 anos. Estava de mãos dadas com o pai quando explosivos escondidos em pagers, usados por membros do movimento xiita libanês Hezbollah, explodiram simultaneamente em todo o Líbano. Pela altura, a cabeça de Karim ficava rente ao bolso da calça do pai, onde estava o aparelho. O estampido abriu o rosto do menino, que ficou ensanguentado, em meio a uma Beirute em caos, com gritos de dor e pânico. Ele, então, foi carregado às pressas por voluntários da Cruz Vermelha até o LAU Medical Center–Rizk Hospital, onde deu entrada com lesões graves no rosto e no cérebro, minutos antes das 16h (10h em Brasília) daquele 17 de setembro de 2024. Já no pronto-socorro, o coração de Karim parou. Os médicos, liderados por Mariana Helou, tentaram reanimá-lo, mas ele não resistiu. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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