Os governos da Ucrânia e da Rússia estão operando sua extensa rede de recrutadores para convencer jovens de toda a América Latina a combater nas linhas de frente de uma guerra que se aproxima de completar cinco anos. As redes de recrutadores operam em praticamente todos os países do continente, mas com especial atenção aos países da América do Sul, principalmente Colômbia, Brasil e Peru — neste último, a maior parte dos combatentes está lutando no lado russo. Mas há também registros de mortos e desaparecidos em Argentina, Paraguai, Bolívia, México, Equador e Chile. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Brasileiros no front: Com ex-guerrilheiros, Colômbia é o maior fornecedor de combatentes latino-americanos para Ucrânia e Rússia
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