Clarice de Almeida ainda não consegue entender por que diabos seu filho decidiu ir para a Ucrânia lutar uma guerra tão distante de sua Rubinea, a cidadezinha de pouco menos de 4 mil habitantes na divisa entre São Paulo e Mato Grosso do Sul na qual ela nasceu e foi criada. Felipe tinha 26 anos, trabalhava em uma das tantas usinas de cana-de-açúcar espalhadas pelo interior paulista e parecia feliz com o salário de R$ 2,5 mil e os mimos da mãe. Um dia, como que do nada, Felipe disse que estava indo para Madri, na Espanha, passar férias. Ia ser só uma semana. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Brasileiros no front: Redes de Ucrânia e Rússia aliciam cada vez mais jovens para a guerra com promessas falsas na internet
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