Existe no Brasil uma fila pouco visível ao público, mas decisiva para a economia: a dos projetos que aguardam espaço na rede de transmissão de energia elétrica. Nela convivem parques eólicos e solares, fábricas de fertilizantes que dependem de energia competitiva e data centers que escolhem onde se instalar conforme a infraestrutura disponível. Todos esbarram no mesmo limite físico. Em regiões inteiras do país - como o Nordeste -, a margem de escoamento da rede já está integralmente comprometida. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Contradições do acesso à rede elétrica brasileira
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