A Acirp (Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto) realiza nesta quarta-feira (4) e quinta-feira (5) encontros gratuitos voltados a comerciantes e prestadores de serviços. O objetivo das atividades, promovidas pelo programa ACI Educa, é orientar sobre as regras de consumo e apresentar táticas de mercado para o comércio durante a Black Friday e o Natal.
Receba notícias do acidade on Ribeirão no WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar o link aqui! Os encontros ocorrem a partir das 18h30 na sede da entidade, localizada no Centro.
As vagas são limitadas, com inscrições abertas pela internet. Programação de palestras para o comércio
A primeira palestra, na quarta-feira (4), tem como tema “Código do Consumidor Descomplicado: Vendas de Fim de Ano sem Surpresas”. A apresentação fica a cargo de Leonardo Thomazini, gerente do Procon de Ribeirão Preto, que vai detalhar os pontos centrais da legislação e explicar como evitar conflitos com clientes durante o aumento da demanda no comércio.
Na quinta-feira (5), a pauta aborda “Vendas Estratégicas para o Fim do Ano”. A atividade apresenta medidas práticas de planejamento para as datas comerciais de novembro e dezembro.
Serviço Código do Consumidor Descomplicado: Vendas de Fim de Ano sem Surpresas
Data: Quarta-feira, 4 de novembro Horário: 18h30
Local: Sede da Acirp (Rua Visconde de Inhaúma, 489 – Centro, Ribeirão Preto) Entrada: Gratuita
Inscrições: site da Acirp (clique aqui) Contato: (16) 99256-9553 (WhatsApp)
Vendas Estratégicas para o Fim do Ano Data: Quinta-feira, 5 de novembro
Horário: 18h30 às 20h Local: Sede da Acirp (Rua Visconde de Inhaúma, 489 – Centro, Ribeirão Preto)
Entrada: Gratuita Inscrições: site da Acirp (clique aqui)
Contato: (16) 99256-9553 (WhatsApp) Palestram acontecem na Acirp (Foto: divulgação)
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Alimentos sobem 6,6% em Ribeirão Preto; veja onde sai mais caro fazer compras O preço da cesta básica em Ribeirão Preto subiu 6,6% em outubro de 2026 e alcançou a marca de R$ 875,09 (Foto: reprodução/Magnific)
O preço dos alimentos da cesta básica em Ribeirão Preto subiu 6,6% em outubro de 2026 e alcançou a marca de R$ 875,09. O levantamento do Instituto de Economia Maurílio Biagi, ligado à Acirp (Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto), aponta que o trabalhador local agora compromete 58,36% do salário-mínimo líquido apenas para adquirir os itens de alimentação básica.
Alimentos que puxaram o aumento Dois itens foram determinantes para a variação registrada entre 19 e 20 de outubro:
Tomate italiano: subiu 36,1%, resultado de chuvas e temperaturas baixas que reduziram a colheita; Carne bovina: avançou 10,3%, refletindo a menor oferta de animais prontos para abate e a demanda do mercado externo.
Na direção oposta, a banana nanica caiu 15% e a batata inglesa teve redução de 11,2%. As baixas pontuais, no entanto, não contiveram a elevação geral do índice, já que as carnes sozinhas representam 44,74% do custo total da cesta de compras.
Horas de trabalho e impacto na renda Considerando o piso nacional de R$ 1.621,00 bruto (R$ 1.499,43 líquido após o desconto do INSS), o custo da alimentação exige o cumprimento de 128 horas e 24 minutos de jornada de trabalho por mês.
Em relação a setembro, o morador da cidade precisa trabalhar quase 8 horas a mais para pagar a mesma quantidade de mantimentos. A divisão dos custos da cesta básica ficou estabelecida nas seguintes proporções por grupo:
Carnes: 44,74% Frutas e legumes: 25,44%
Farináceos: 17,47% Laticínios: 5,90%
Leguminosas: 4,02% Cereais: 1,67%
Óleos: 0,76% Preços por região da cidade
A pesquisa identificou variações de preços dependendo da região onde a compra é realizada. A zona Leste registrou a média mais alta do município, enquanto o Centro teve o menor ritmo de alta no período:
Leste: R$ 948,10 (+15,51%) Sul: R$ 888,82 (+7,28%)
Norte: R$ 860,90 (+4,17%) Centro: R$ 848,49 (+0,51%)
Oeste: R$ 843,09 (+5,86%) O levantamento do IEMB-Acirp segue os pesos e medidas do Decreto-Lei nº 399/1938, as diretrizes federais do Decreto nº 11.936/2024 e os dados de consumo da Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE.
Fatores climáticos e as exportações agrícolas devem continuar interferindo nos valores das próximas coletas. (Foto: reprodução/Magnific)
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