Para o diretor-geral do Banco de Compensações Internacionais (BIS), Pablo Hernández de Cos, a inteligência artificial (IA) não muda o objetivo da política monetária, mas o ambiente e o contexto em que a política monetária é conduzida. “A IA está reconfigurando a demanda, a oferta também e os mercados financeiros simultaneamente, tornando a economia mais difícil de se ler e aumentando a incerteza em torno da transmissão da política monetária”, avaliou, em discurso na Conferência Internacional de Bancos do Santander, na Espanha.
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