São Paulo — Catarina Aparecida Silva, de 46 anos, se entregou voluntariamente à Polícia Civil nesta quinta-feira (22/10) após supostamente ter esfaqueado sua ex-concunhada, Priscila Santana da Silva, de 41 anos, em Arujá, região metropolitana de São Paulo. Segundo informações, Catarina teria relações extraconjugais com o marido de Priscila.
Catarina se apresentou no final da tarde de quinta, foi interrogada e indiciada. A delegada responsável pelo caso, Regina Campanelli, então fez o pedido a prisão preventiva, mas a justiça ainda não havia retornado sobre o caso.
De toda forma, em decorrência da lei eleitoral, Catarina não pode ser presa, uma vez que seu mandado de prisão seria preventivo ou temporário. A prisão teria que ter sido feita em flagrante.
De acordo com o código eleitoral, cinco dias antes e até 48 horas depois do encerramento da votação, nenhuma autoridade pode prender ou deter qualquer eleitor, exceto se o crime cometido for em flagrante ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável. Priscila teria sido esfaqueada pela amante do seu marido, Catarina Aparecida Silva, de 46 anos, que, segundo informações, seria ex-companheira do irmão da vítima.
Segundo o boletim de ocorrência, a Guarda Civil Municipal foi acionada até o local, na rua José Faustino da Silva, onde encontraram a vítima deitada no chão, cercada por familiares que estavam prestando os primeiros socorros à Priscila. A mulher esfaqueada estava consciente no momento em que as autoridades chegaram ao local e foi encaminhadas ao hospital.
Os policiais relataram no boletim de ocorrência que, durante o atendimento, os filhos da vítima chegaram ao local “bastante exaltados” e deram início a uma confusão, o que fez com que as autoridades intervissem para contê-los. A faca usada no crime estava com o próprio irmão da vítima, que alegou ter retirado o objeto da mão da agressora, e depois foi recolhida pelos policiais.
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