, ex-estrategista-chefe da Casa Branca durante o governo de Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (26) que a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais brasileiras foi “roubada”. O norte-americano também contestou o resultado do pleito de 2022, quando Lula venceu o então presidente Jair Bolsonaro (PL).
No segundo turno de 2026, Lula foi eleito com 51,8% dos votos válidos, contra 48,2% de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O senador, que também questionou o resultado, anunciou que pretende pedir a anulação da eleição.
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[[(standard.Article) Eleição registra menor abstenção em disputa presidencial desde 2006]] Em 2022, Bannon defendeu que Jair Bolsonaro não reconhecesse a derrota e afirmou que o resultado das urnas eletrônicas não poderia estar correto, sem apresentar provas que sustentassem a alegação.
O norte-americano mantém proximidade com o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Em outubro de 2022, foi condenado nos Estados Unidos a quatro meses de prisão por desacato ao Congresso, após se recusar a depor e a entregar documentos à comissão parlamentar que investigava a invasão do Capitólio, em 6 de janeiro de 2021.
Bannon recorreu da condenação em liberdade. Questionamentos sobre o horário de votação
A prorrogação do horário de votação também gerou questionamentos. Publicações nas redes sociais citaram advogados eleitorais que consideraram a medida incomum e levantaram a possibilidade de anulação do pleito.
Segundo os relatos, a extensão foi anunciada pouco antes do encerramento da votação, após problemas relacionados à disponibilidade de ônibus em Salvador (BA) e São Paulo (SP). Parte dos locais de votação já havia encerrado as atividades, e algumas urnas eletrônicas teriam sido desligadas.
Os advogados ouvidos apontaram que uma eventual contestação dependeria das circunstâncias da medida e de evidências de que a extensão do horário teria favorecido um candidato. A possibilidade de anulação, portanto, não decorre automaticamente da prorrogação.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, confirmou a vitória de Lula e declarou que a eleição ocorreu com segurança.
O Liberal