Silvia Pfeifer fala de novo amor e lembra impacto de se divorciar aos 62 anos após quatro décadas de casamento: 'Não tive muitos namorados antes'

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Fonte da notícia: O Globo O Globo

Aos 68 anos atualmente, Silvia Pfeifer relembrou como foi se separar aos 62, após 44 anos de casamento. Entrevista: Ana Rosa fala do retorno às novelas após uma década, dos filhos e da relação com Dedé Santana, seu ex-marido De volta em 'Jogada de risco': Marcos Frota fala da carreira e da criação dos filhos após a morte da mulher: 'Culpa' — Foi bastante difícil. Eu comecei a namorar o meu ex-marido com 18 anos de idade e não tive muitos namorados antes. Ele era uma referência masculina de amor, de relação, de afeto muito importante, que eu fui construindo ao longo desses quase 44 anos. Me ver sozinha, quer dizer, solteira, aos 62 anos de idade, foi um impacto — comentou a atriz, em participação no podcast “Tantos tempos”. Ela acrescentou: — Por mais que eu sempre tenha sido provedora de mim mesma, independente, nunca deixei de trabalhar, e a nossa vida sempre foi bancada pelos dois. Eu me sustento desde os 19 anos de idade. Mas foi um impacto me ver como mulher. Estar pronta, estar aberta e livre para aceitar realmente uma outra pessoa e uma outra relação… (…) Encontrar alguém para você se relacionar aos 62 anos de idade é completamente diferente do que aos 18, 20, 25 ou 30. Foi uma descoberta inteira da Silvia: o que eu quero, os meus medos, as minhas dificuldades. Se observar uma mulher desejante aos 62 anos. TV e famosos: se inscreva no canal da coluna Play no WhatsApp Na entrevista, ela também falou sobre o atual namoro, com o advogado Edson Pinto: — Graças a Deus, agora eu estou muito bem. Estou numa relação muito madura, muito completa, muito feliz, já há um ano e pouco. Eu acho que ele também está sentindo a mesma coisa. A gente está muito bem. É muito bom poder viver várias vidas na mesma. Isso é uma oportunidade que a longevidade nos dá… (…) Eu tenho feito um trabalho de valorizar o dia a dia e as conquistas. Se a gente não tem o reconhecimento das mínimas coisas que a gente conquista, a gente vai sempre estar angustiado e ansioso, correndo atrás de alguma coisa que a gente não sabe. Eu fui muito afortunada no meu processo todo de vida: onde eu nasci, a família que eu tive, os namorados, o primeiro marido, minhas trajetórias, minhas duas profissões, filhos, e agora com essa relação. Então, obrigada, Senhor. Assista ao episódio na íntegra abaixo: maduras

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