Apple apresenta amanhã iPhone 18 Pro e primeiro dobrável em estreia de John Ternus como CEO

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John Ternus, novo CEO da Apple, durante evento da Apple em Nova York no dia 4 de março de 2026 Adam Gray/Bloomberg via Getty Images É amanhã. A Apple realiza nesta quarta-feira seu tradicional evento de lançamento de novos produtos, mas desta vez a apresentação terá um significado especial: será a primeira apresentação da companhia sob o comando de John Ternus, que assumiu oficialmente o cargo de CEO em 1º de setembro, o lugar de Tim Cook. O executivo, que comandava a área de engenharia de hardware, vai subir ao palco para apresentar a nova geração do iPhone. O evento está marcado para as 14h no horário de Brasília e será realizado no Steve Jobs Theater, dentro do Apple Park, em Cupertino, na Califórnia. A expectativa é de que a companhia apresente o iPhone 18 Pro, o iPhone 18 Pro Max e, pela primeira vez, um iPhone dobrável, de acordo com a Bloomberg. A Apple não confirmou quais produtos serão anunciados. A apresentação também deve marcar uma mudança importante na estratégia de lançamento do iPhone. Diferentemente dos anos anteriores, a Apple não deve apresentar agora toda a família da nova geração. O iPhone 18 e a nova geração do iPhone Air são esperados apenas para 2027. Com isso, o evento ficará concentrado nos aparelhos mais sofisticados — justamente os que devem ter os maiores avanços tecnológicos e também preços mais altos. Os novos modelos Pro também devem estrear o A20 Pro, chip produzido com processo de fabricação de 2 nanômetros. A expectativa é de ganhos tanto de desempenho quanto de eficiência energética. Os aparelhos também podem trazer 12 GB de memória RAM, o que ajudaria em tarefas mais pesadas e no processamento de recursos de inteligência artificial diretamente no dispositivo. Alta de US$ 100 nos preços, diz Bloomberg O modelo Pro Max, que pode ter bateria maior, deve ganhar ainda abertura variável na lente principal, permitindo controlar mecanicamente a quantidade de luz que entra no sensor. Na prática, a tecnologia pode melhorar o controle de exposição em diferentes condições de iluminação e também oferecer maior flexibilidade para efeitos de profundidade de campo, segundo a Bloomberg. As telas devem ser iguais às versões atuais, com 6,3 polegadas no Pro e 6,9 polegadas no Pro Max. Além das mudanças de hardware, o consumidor deve se preparar para pagar mais por conta da crise atual de chips, que vem onerando todas as empresas. A Bloomberg estima que a Apple pode absorver parte desses custos e limitar o aumento a cerca de US$ 100. Nesse cenário, o Pro começaria em US$ 1.199 e o Pro Max, em US$ 1.299. O iPhone dobrável, por sua vez, tem preços estimados a partir de US$ 1.999 e deve ter formato semelhante ao de um passaporte quando fechado e abrir para revelar uma tela interna de aproximadamente 7,8 polegadas. Com estrutura de titânio e duas câmeras traseiras, a tela externa deve ficar na faixa de 5,5 polegadas, diz a Bloomberg. Quando os novos iPhones chegam às lojas? Com a apresentação nesta quarta-feira, a Apple deve abrir a pré-venda dos novos iPhones no sábado, 12 de setembro, já que na sexta-feira é 11 de setembro. Os aparelhos poderiam chegar às lojas uma semana depois, em 18 de setembro. A informação ainda não foi confirmada oficialmente pela Apple. Relógios e fone A Apple deve apresentar uma nova geração do Apple Watch. Os rumores apontam para o Apple Watch Series 12 com novos recursos relacionados à saúde e uma opção de caixa de cerâmica. O Apple Watch Ultra 4 também é esperado no evento. A linha mais robusta do relógio deve receber atualizações de hardware e novos recursos. A Apple também pode atualizar a linha de AirPods. As expectativas apontam para novos AirPods 5, possivelmente em versões com e sem cancelamento ativo de ruído. Outro possível destaque é a estratégia da Apple para a casa inteligente. Rumores indicam atualizações para a Apple TV 4K e para o HomePod mini, além da possibilidade de a companhia apresentar um novo dispositivo doméstico com tela, que funcionaria como uma central para controlar equipamentos da casa e acessar serviços da Apple. A Siri com recursos de inteligência artificial deve ser parte importante dessa estratégia, diz a Bloomberg. Mais Lidas

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