Pioneiro do audiovisual brasileiro foi vítima de uma infecção generalizada; trajetória inclui criações marcantes na TV Record, Rede Globo, Rede Manchete e SBT Resumo e áudio gerados por inteligência artificial a partir do texto desta matéria.
O diretor de televisão Nilton Travesso morreu aos 92 anos nesta sexta-feira (6), em São Paulo, vítima de uma infecção generalizada. A informação foi confirmada por amigos e por nota oficial divulgada pelo SBT.
Nilton estava internado no Hospital Sírio-Libanês. O velório do diretor está marcado para o sábado, 7 de novembro, no Funeral Home, localizado no bairro Bela Vista, em São Paulo, no horário das 10h às 17h.
Nilton Travesso começou sua trajetória na televisão em 1953. Na época, ele participou de uma oficina promovida pela TV Record antes mesmo da inauguração oficial da emissora paulista.
Na TV Record, Travesso comandou atrações históricas da televisão brasileira, como: Na década de 1970, Nilton Travesso ingressou na Rede Globo, onde desenvolveu algumas de suas maiores contribuições para a linguagem audiovisual do país.
Em 1974, ele trabalhou na equipe de criação do programa Fantástico. Um ano depois, em 1975, Travesso produziu a gravação da música América do Sul, interpretada por Ney Matogrosso.
A produção é considerada o primeiro videoclipe da história da televisão brasileira e teve sua estreia exibida no próprio Fantástico. Durante a década de 1980, na mesma emissora, o diretor participou da criação dos programas Som Brasil e TV Mulher, atração dedicada a debater temas do universo feminino.
Ele também dirigiu outros sucessos de audiência, como: Em 1987, o diretor passou a integrar o departamento de teledramaturgia da Rede Manchete.
Na emissora, colaborou em produções que culminariam em folhetins de grande sucesso, como a novela Pantanal (1990), escrita por Benedito Ruy Barbosa. Posteriormente, Nilton Travesso atuou no Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), emissora onde teve três passagens ao longo da carreira.
No SBT, ele trabalhou na retomada do núcleo de teledramaturgia e dirigiu a novela Éramos Seis (1994). O diretor também auxiliou na criação do programa infantil Bom Dia & Cia, apresentado originalmente por Eliana.
No início dos anos 2000, o diretor fundou a Nilton Travesso Oficina de Atores, escola de artes cênicas localizada em São Paulo. A instituição atende alunos a partir dos 7 anos de idade e foi estruturada com o objetivo de formar profissionais versáteis para a atuação na televisão, no cinema e no teatro.
Nilton Travesso morreu em decorrência de uma infecção generalizada enquanto estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O velório é realizado no sábado, 7 de novembro, das 10h às 17h, no Funeral Home, no bairro Bela Vista, em São Paulo.
O diretor participou da criação de programas emblemáticos da TV brasileira, como Fantástico, TV Mulher, Som Brasil e Bom Dia & Cia, além de ter dirigido a novela Éramos Seis (1994) e o primeiro videoclipe do país. Renato Becker é repórter e editor no Núcleo Nacional do ND Mais, onde escreve matérias de serviço e explicativas sobre benefícios, direitos, mercado e assuntos que afetam a vida dos brasileiros.
Seu trabalho se concentra na produção de notícias do Brasil e do mundo, com atenção especial à política, à economia e aos negócios, além de temas de interesse público, trazendo informações claras, úteis e contextualizadas. Também participou da cobertura de casos de grande repercussão, tanto de segurança pública quanto de política.
Atuando no jornalismo desde 2018, já trabalhou na assessoria de comunicação do MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) e assinou a série “Meu Voto, Nosso Futuro”, dedicada a acompanhar as eleições no país. Trabalhou como repórter na cobertura das Eleições 2022 e como editor de Distribuição nas Eleições 2024.
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