Enquanto um acidente com asa-delta fez mais duas vítimas no Rio de Janeiro na última segunda-feira, o projeto que estabelece regras nacionais de segurança para a exploração comercial de atividades de aventura de alto risco está há quase três meses parado no Senado. A proposta de autoria de Romário, protocolada após a morte de Maria Eduarda de Freitas durante prática de rope jump em agosto, ainda não foi distribuída às comissões.
O texto exige profissionais qualificados, responsável técnico, equipamentos adequados, inspeções e manutenção, planejamento de emergências e checagem de segurança antes da realização das atividades. Também prevê fiscalização e punições para empresas e organizadores que descumprirem as normas.
Com o acidente no Rio, que matou o instrutor Luiz Eduardo dos Santos e o turista argentino Adrian Guillermo Arismendi, o senador voltou a cobrar que o projeto ande.
O Globo