Petróleo tem leve queda após EUA suspenderem sanções sobre combustível russo

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Fonte da notícia: Globo Globo

Os contratos futuros do petróleo fecharam em leve queda nesta segunda-feira (19), após a decisão dos Estados Unidos de suspender sanções sobe os combustíveis russos, ampliando a oferta nos mercados e diminuindo a pressão sobre os preços. No entanto, os contratos da commodity oscilaram entre altas e baixas durante o dia, com o Brent chegando a superar o nível de US$ 110 por barril na máxima, diante da persistência das tensões no Oriente Médio, em meio a novos ataques e com o Irã afirmando não haver "outra escolha" a não ser assumir o controle do Estreito de Ormuz.

No fechamento, o petróleo tipo Brent (referência mundial) com vencimento em dezembro teve queda de 0,28%, cotado a US$ 109,55 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE). O WTI (referência americana) com entrega prevista para o mesmo mês recuou 0,48%, a US$ 98,54 por barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).

O movimento de queda visto nesta segunda-feira devolveu uma pequena parte da forte valorização vista na última sexta-feira, quando ambos os contratos subiram mais de 3%. A decisão dos Estados Unidos de suspender sanções sobre os combustíveis russos contribuiu para aliviar a pressão sobre os preços do petróleo.

No entanto, apesar dos esforços da Casa Branca para conter a disparada dos custos de produtos refinados, o acordo de fornecimento de diesel da Rússia anunciado por Trump ainda enfrenta forte resistência por parlamentares americanos, que apresentaram um projeto de lei para bloquear as compras do combustível, sob a justificativa de que a receita poderia contribuir para financiar a guerra na Ucrânia.

As tensões no Oriente Médio também permanecem elevadas, o que chegou a fazer com que os preços do petróleo apresentassem breve alta durante esta segunda-feira. O Irã afirmou que não havia "outra escolha" a não ser assumir o controle do Estreito de Ormuz. Além disso, os houthis disseram ter realizados novos ataques contra instalações de energia, aeroportos e estruturas militares da Arábia Saudita nesta segunda-feira.

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