No meio da quizumba provocada por Flávio Bolsonaro, o presidente da Câmara, Hugo Motta, reuniu líderes para começar a desenhar um projeto de reforma eleitoral. Parece bobagem, mas pode resultar numa tunga parcial do direito de escolha dos parlamentares.
É um assunto complicado e chato, mas mudará a cara da política nacional e, se bobear, realizará o sonho do cacique que quer mandato sem ter voto. Matéria exclusiva para assinantes.
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O Globo