A fuga de Flávio Bolsonaro e o rescaldo emocional da campanha ocuparam a cena pós-eleitoral. Mas não devem sobreviver por muitos dias.
Ao se intitular “presidente eleito” do Brasil, Flávio repetiu aquele venezuelano, Juan Guaidó, que também se declarou presidente e saiu pelo mundo para cair num profundo esquecimento. Flávio terá menos fôlego ainda, porque as eleições brasileiras gozam de crédito internacional muito grande.
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O Globo