Em março deste ano, o número de horas trabalhadas por inteligências artificiais (IAs), na Anthropic, ultrapassou as trabalhadas por humanos. Um ano antes, em princípios de 2025, 27% das contratações na área técnica da companhia eram de funcionários juniores.
Hoje são 9%. É a empresa que produz o Claude, ao lado do GPT um dos dois modelos que disputam a fronteira da IA.
Competem, semana a semana, por quem está no ponto máximo da mais formidável tecnologia jamais desenvolvida por nossa espécie. O tempo passado em reuniões aumentou 20% ao longo deste 2026 e deve seguir crescendo.
A receita produzida por funcionário já está em cerca de duas a quatro vezes a de Meta e Google quando tinham os mesmos cinco anos de vida da Anthropic. Em essência, estão reinventando o trabalho.
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O Globo