Estabilizar a dívida exige um superávit de aproximadamente 2% do PIB e o próximo presidente terá um dos desafios mais audaciosos desde a redemocratização: o de ajustar as contas públicas. Com esse diagnóstico em mente, a Kinea Investimentos traçou três cenários para a trajetória dos juros e do endividamento no Brasil, que podem fazer as NTN-Bs (títulos atrelados à inflação) ultrapassarem os 9%, sem correção no rumo da política fiscal, ou retornarem à faixa dos 5,5%, caso um ajuste seja feito.
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