Lendas, assombrações e casos do Espírito Santo guardados na Capixapédia. Em 1984, dez pescadores afirmaram ter visto uma criatura gigantesca, descrita como um monstro com cabeça de cavalo.
O caso chegou a ser investigado e até a Marinha teve uma reação inusitada à história. Afinal, o que os pescadores viram naquela noite?
Em março de 2005, cerca de 50 pessoas ligaram para a polícia após relatos de um suposto ET em Aracruz. Uma moradora disse ter visto uma bola de fogo cair do céu e, em seguida, uma criatura alienígena no quintal.
O caso mobilizou até o hospital da cidade. Mas o que havia por trás do episódio que assustou os moradores?
Em Santa Leopoldina, um túmulo guarda um mistério há mais de 100 anos: o de uma menina que morreu afogada em 1923 e cuja sepultura permanece cheia de água até em períodos de estiagem. A história atraiu caravanas de pessoas que acreditavam no poder milagroso da água.
Mas por que o túmulo continua acumulando água? O Cristo de Colatina ficou quase 30 anos sem bênção da Igreja.
Nesse período, teve gente que acreditou que a estátua era amaldiçoada. A polêmica em torno do monumento envolveu crenças e desconfianças.
E a história ainda teve ameaça de explosão. Às margens da BR 101, no Sul do ES, túmulos antigos guardam histórias da época da Gripe Espanhola.
O local também é cercado por lendas, como a de uma noiva de branco que pedia carona aos motoristas e desaparecia misteriosamente. Até hoje, a história alimenta o imaginário de quem passa pela rodovia.
Na comunidade de Araçatiba, em Viana, uma árvore com mais de 500 anos carrega uma lenda intrigante: à meia-noite, ela choraria como um bebê. Segundo a história, uma criança teria sido enterrada junto à semente que deu origem à figueira.
Mas há também outra explicação para o som misterioso que vem da árvore. Pedro Grosso virou uma lenda do crime no Espírito Santo, conhecido pelas fugas espetaculares e pela fama de assassino.
Mas a história real era bem diferente da imagem que se espalhou pelo Estado. E ele não foi o único criminoso a virar lenda naquela época.
Uma serpente que rasteja entre túmulos, barulhos de correntes e gemidos durante a noite. Em Águia Branca, no Noroeste do ES, uma lenda assombra gerações há quase um século.
Mas a história por trás do túmulo cercado por correntes pode ser bem diferente do que muita gente imagina. Janelas que batiam sozinhas, cadeiras de balanço em movimento e barulhos misteriosos durante a noite.
O Palácio Anchieta, sede do governo do ES, acumula relatos de assombração há décadas. Entre as histórias mais conhecidas está a do fantasma de José de Anchieta, que, segundo a lenda, percorria os corredores arrastando correntes.
No alto de uma montanha no Sul do ES, sete caveiras encontradas em uma caverna deram origem a uma história macabra. A lenda envolve um tesouro escondido, um pacto com o diabo e mortes misteriosas.
E há quem diga que falar em riqueza durante a trilha pode render gritos assustadores na mata. Ele chegou ao Sul do ES em 1926 usando uma identidade falsa e se passando por médico.
Duas crianças morreram após receber medicamentos errados, segundo um historiador. O homem por trás do disfarce era Febrônio Índio do Brasil, um dos personagens mais perturbadores da história criminal brasileira.
Ele ficou preso por 57 anos e entrou para a história da Justiça brasileira.
A Gazeta