Claudenice Alves Feitosa Cunha, de 41 anos Reprodução
Uma mulher de 41 anos, identificada como Claudenice Alves Feitosa Cunha, foi encontrada morta com marcas de agressão no rosto, no pescoço e na cabeça, nesta quinta-feira (5), em um córrego do bairro Parque Alvorada, em Timon (MA). A Polícia Civil trata o caso, a princípio, como possível feminicídio, segundo a delegada Nayana Muller, do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
Segundo a delegada, a perícia encontrou marcas de arrasto e vestígios de sangue na ribanceira, o que indica que ela foi agredida no alto do terreno e arrastada até o córrego. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp
Claudenice era natural de Teresina e morava em Timon. O corpo foi removido pelo Instituto de Medicina Legal (IML) por volta das 7h, segundo o 47º Batalhão da Polícia Militar do Maranhão.
O que a polícia sabe até agora Segundo a delegada Nayana Muller, do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), Claudenice estava dentro de um córrego, em uma área de mata.
O perito encontrou marcas de arrasto e vestígios de sangue na ribanceira, na parte de cima do terreno. “Muito provavelmente ela foi agredida nesse local onde havia os vestígios de sangue e de lá foi arrastada para dentro do córrego”, afirmou.
De acordo com a delegada, o corpo tinha marcas de agressão no rosto, no pescoço e na cabeça, possivelmente causadas por uma pedra ou outro objeto contundente. A causa da morte ainda depende do resultado da perícia.
Agora no g1 Investigação de feminicídio
A delegada informou que pediu à perícia o protocolo de feminicídio, pelas circunstâncias em que o corpo foi encontrado. Ela disse que a vítima estava com parte das roupas fora do lugar.
Segundo Nayana Muller, o caso está sendo tratado dessa maneira a princípio. A classificação só será confirmada ao fim da investigação.
A delegada afirmou que a polícia ainda precisa aprofundar as apurações para ter uma linha mais definida. Ela disse que, segundo as informações apuradas até agora, Claudenice usava drogas e teria saído de casa para comprar entorpecentes e não voltou.
A PM já havia informado que moradores disseram que a vítima possivelmente seria usuária de drogas e que a área é conhecida pela circulação de usuários. Companheiro foi ouvido
A delegada disse que a investigação está no início, com o registro da ocorrência e as primeiras oitivas. O companheiro da vítima foi ouvido.
Segundo Nayana Muller, a polícia checa as informações que ele deu e os álibis. A delegada disse que nenhuma possibilidade é descartada.
Ela afirmou que a divulgação das informações demorou justamente por causa dessa checagem. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
G1