Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não comentaram, durante a sessão plenária desta quinta-feira (29/10), a carta golpista divulgada pelo candidato derrotado à Presidência Flávio Bolsonaro na quarta-feira (28/10), após fugir para os EUA. Os magistrados seguiram a pauta normalmente e julgaram os processos previstos para a sessão, sem fazer referências ao documento em que o senador acusa o processo eleitoral de fraude e afirma que pretende liderar a oposição no exterior.Na noite de quarta-feira (28/10), após a divulgação da carta, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, publicou uma nota em que afirmou que a Justiça Eleitoral tem compromisso com a vontade soberana dos eleitores.
Sem citar Flávio diretamente, o ministro declarou que as eleições “transcorreram dentro da mais absoluta normalidade e com respeito aos ditames legais e constitucionais”. Ele também afirmou que o pleito foi realizado com segurança e que todos os questionamentos apresentados dentro do devido processo legal serão analisados e respondidos.Leia maisFlávio recua e agora se diz 'líder do Brasil' em vez de 'presidente eleito'Confira a íntegra da carta com tom golpista de Flávio BolsonaroEquipe de Flávio Bolsonaro já descartava pedir anulação da eleição de 2026 antes de fuga para os EUAA carta de Flávio Bolsonaro teve pelo menos três versões divulgadas.
Em duas delas, o senador se apresenta como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. No documento, ele confirma que está nos Estados Unidos com a família e afirma que pretende liderar a oposição no exterior.
O ex-candidato do PL também acusa o processo eleitoral de fraude no segundo turno, mas não apresenta provas de irregularidades.Entre os argumentos citados por Flávio está uma decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que prorrogou a votação de domingo (25/10) até as 19h.
Na carta, o senador se refere a Zanin como “ex-advogado de Lula” e afirma que o magistrado permitiu uma “impossibilidade matemática”. As acusações foram feitas sem a apresentação de provas que demonstrem fraude no processo eleitoral.
Saiba Mais Política Paulo Figueiredo culpa IA por brasão errado e Flávio "presidente eleito" Política Valdemar diz que Bolsonaro não sabia de fuga de Flávio aos EUA Política TSE decide que violência de gênero pode tornar candidato inelegível Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não comentaram, durante a sessão plenária desta quinta-feira (29/10), a carta divulgada pelo candidato derrotado à Presidência Flávio Bolsonaro na quarta-feira (28/10), após fugir para os EUA.
Os magistrados seguiram a pauta normalmente e julgaram os processos previstos para a sessão, sem fazer referências ao documento em que o senador acusa o processo eleitoral de fraude e afirma que pretende liderar a oposição no exterior.Na noite de quarta-feira (28/10), após a divulgação da carta, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, publicou uma nota em que afirmou que a Justiça Eleitoral tem compromisso com a vontade soberana dos eleitores.
Sem citar Flávio diretamente, o ministro declarou que as eleições “transcorreram dentro da mais absoluta normalidade e com respeito aos ditames legais e constitucionais”. Ele também afirmou que o pleito foi realizado com segurança e que todos os questionamentos apresentados dentro do devido processo legal serão analisados e respondidos.A carta de Flávio Bolsonaro teve pelo menos três versões divulgadas.
Em duas delas, o senador se apresenta como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. No documento, ele confirma que está nos Estados Unidos com a família e afirma que pretende liderar a oposição no exterior.
O ex-candidato do PL também acusa o processo eleitoral de fraude no segundo turno, mas não apresenta provas de irregularidades.Entre os argumentos citados por Flávio está uma decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que prorrogou a votação de domingo (25/10) até as 19h.
Na carta, o senador se refere a Zanin como “ex-advogado de Lula” e afirma que o magistrado permitiu uma “impossibilidade matemática”. As acusações foram feitas sem a apresentação de provas que demonstrem fraude no processo eleitoral.
Correio Brazilliense