A Meta firmou um acordo com Mark Zuckerberg para mantê-lo residindo na mesma jurisdição da sede da empresa, depois que o diretor-presidente da big tech afirmou estar avaliando deixar a Califórnia caso o estado aprove um imposto sobre grandes fortunas. Violação de privacidade: Meta é condenada a pagar US$ 25 bi por enganar usuários sobre privacidade no caso Cambridge Analytica Recuo: Lucro da Tesla tomba 44% no 3º trimestre, enquanto Musk investe em IA e robôs Zuckerberg deverá “continuar sendo residente da Califórnia, ou de qualquer outra jurisdição na qual a empresa mantenha sua sede corporativa, por oito anos”, informou a Meta em documento divulgado nesta quarta-feira. A Meta afirmou que Zuckerberg estava considerando deixar a Califórnia porque o imposto sobre grandes fortunas proposto pelo estado poderia gerar uma conta de vários bilhões de dólares para o executivo, potencialmente obrigando-o a vender ações com direito a voto para pagar o tributo. Após críticas: Meta retira de seus termos trecho que permitia usar conteúdo da web gratuitamente para treinar sua IA A empresa anunciou a emissão de ações Classe C em uma operação concebida, em parte, para evitar esse cenário. Zuckerberg receberá ações sem direito a voto, que poderá vender para obter liquidez sem reduzir seu controle sobre as decisões da companhia. Em contrapartida, comprometeu-se a permanecer na Califórnia — ou onde quer que fique a sede da Meta — por oito anos, enquanto continuar exercendo uma função de liderança em tempo integral. Os eleitores da Califórnia decidirão sobre a proposta no próximo mês. A medida afetará pessoas cujo patrimônio líquido superava US$ 1 bilhão em 1º de janeiro de 2026.
Meta oferece novas ações a Mark Zuckerberg para protegê-lo de imposto sobre grandes fortunas
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O Globo
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