Mais de 30 mil aves serão sacrificadas após identificação de novo foco da Newcastle em granja comercial de SC

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Fonte da notícia: ND Mais ND Mais

Presidente da Cidasc informou que apenas um dos núcleos da propriedade testou positivo para a doença; aves dos demais núcleos, já em idade de abate, poderão seguir para a produção de carne Uma granja com mais de 70 mil perus teve um foco da doença de Newcastle confirmado em Coronel Freitas, no Oeste de Santa Catarina.

Mais de 30 mil aves serão submetidas à despovoação sanitária após exames identificarem a presença do vírus em um dos núcleos da propriedade. A informação foi divulgada pela presidente da Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina), Celles Regina de Matos.

Segundo ela, embora a granja tenha mais de um núcleo, apenas um apresentou resultado positivo para a doença. Já os perus dos demais núcleos estão em idade de abate e poderão ser destinados à produção de carne.

De acordo com Celles Regina, o resultado positivo foi identificado durante as análises realizadas pelas equipes sanitárias na região de Nova Itaberaba, onde funciona o Centro de Operações de Emergência Sanitária. A propriedade tem mais de um núcleo de criação, mas apenas um deles apresentou a presença do vírus.

As aves positivas serão submetidas à despovoação sanitária, enquanto os demais perus, estão em idade de abate e poderão ser destinados à produção de carne. As medidas fazem parte dos procedimentos de controle adotados após a confirmação do segundo foco da doença em Santa Catarina, registrado em uma granja comercial de Coronel Freitas, no Oeste catarinense.

A vigilância sanitária continua nos quatro municípios abrangidos pela emergência zoossanitária: Segundo a presidente da Cidasc, as equipes coletam amostras em granjas comerciais e também em perus que completam 21 dias de vida.

À medida que as aves mais novas atingem essa idade, elas passam a integrar o monitoramento. A cada resultado, as equipes avaliam quais medidas precisam ser adotadas.

Caso novas propriedades apresentem resultados positivos, poderão ser necessários novos procedimentos de despovoação sanitária, limpeza e desinfecção. Celles Regina alertou que novos casos podem surgir durante a investigação, pois a doença de Newcastle pode estar presente mesmo quando as aves não apresentam sintomas aparentes.

Por isso, os exames são fundamentais para confirmar a presença do vírus e orientar as decisões das autoridades sanitárias. A ausência de sinais clínicos, por si só, não descarta a infecção.

O monitoramento continua conforme as aves atingem a idade para coleta e os resultados laboratoriais são divulgados. A operação reúne equipes de defesa agropecuária, o Ministério da Agricultura, empresas integradoras e a comunidade local.

O objetivo é identificar rapidamente as propriedades afetadas, conter a circulação do vírus e evitar novas restrições comerciais aos produtos avícolas catarinenses. Segundo a presidente da Cidasc, o trabalho também busca permitir que os mercados que impuseram restrições às exportações retomem as compras o mais breve possível.

Victória Veiga é repórter do portal ND Mais na redação de Chapecó, de onde escreve matérias sobre o que há de mais importante no Oeste de Santa Catarina. Acompanha e assina notícias sobre segurança pública, trânsito, agronegócio e infraestrutura, cobrindo Chapecó, Concórdia, Xanxerê, São Miguel do Oeste e cidades do Meio-Oeste e Extremo-Oeste catarinense.

Formada em Jornalismo pela UFSM (Universidade Federal de Santa Maria), atua na área desde 2024 e tem experiência em jornal impresso e digital, além de atuação na área de marketing, o que contribui para uma comunicação estratégica e multiplataforma. Leia mais ▾

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