Os juros futuros encerraram o pregão de hoje em queda firme, novamente apoiados pelo resultado das eleições no último domingo, que apontaram, no pleito presidencial, uma surpreendente vantagem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de ampla maioria de congressistas eleitos no campo da direita.
A conjuntura alimenta no mercado a expectativa por um ajuste fiscal robusto, o que tem gerado uma ampla queima de prêmios de risco na renda fixa doméstica. O movimento ocorreu mesmo depois de as taxas registrarem ontem algumas das maiores quedas da última década, evitando, assim, uma correção imediata do rali nos juros.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2028 se ajustou em queda de 12,66%, do ajuste de ontem, para 12,615%. Na mesma comparação, a taxa do DI de janeiro de 2029 cedeu de 12,59% para 12,56%, e a do DI de janeiro de 2031 recuou de 12,655% para 12,57%.
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