Junta muita coisa na mesa de cabeceira? Saiba o que isso significa segundo o feng shui

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Fonte da notícia: O Globo O Globo

A mesa de cabeceira costuma se tornar o lugar onde acabam reunidos diversos objetos de uso cotidiano: celular, copo d’água, cremes, perfumes, livros, carregadores e papéis. O que começa como uma questão de praticidade pode acabar ocupando quase toda a superfície. Segundo o feng fhui, esse acúmulo merece atenção porque a mesa fica ao lado da cama, um dos espaços destinados ao descanso. Por isso, mantê-la organizada e livre de excessos é uma das formas de buscar um ambiente mais tranquilo e equilibrado. Trabalhar sentado em tatame reduz a ansiedade e aumenta o rendimento, mostra novo estudo japonês Seu parceiro é fumante? O fumo passivo causa 1,7 milhão de mortes em todo o mundo, revela novo estudo O que representa uma mesa de cabeceira desorganizada? De acordo com essa filosofia oriental, ter objetos em excesso ao redor pode representar energia acumulada e gerar uma sensação de atividade constante em um local que deveria estar associado à calma. Isso não significa que a mesa de cabeceira precise ficar completamente vazia. A recomendação é manter apenas aquilo que realmente é utilizado ou que proporciona uma sensação agradável, evitando que o espaço se transforme em um depósito de objetos. Papéis antigos, embalagens vazias, cabos que já não são usados e produtos acumulados estão entre os primeiros itens que podem ser retirados. Também vale a pena revisar objetos que permanecem ali há meses simplesmente porque ainda não foi encontrado outro lugar para guardá-los. Esse hábito também pode ter uma explicação prática. Algumas pessoas preferem manter por perto tudo o que podem precisar durante a noite, enquanto outras acabam usando a mesa como local de armazenamento para itens que não têm um espaço definido no quarto. Anvisa aprova medicamento para prevenção de enxaqueca O significado dos objetos pessoais Nem tudo o que fica sobre a mesa de cabeceira representa acúmulo. Uma fotografia especial, um livro que transmita tranquilidade ou um pequeno objeto com valor afetivo podem permanecer no local se contribuírem para criar um ambiente agradável. O problema surge quando esses itens se multiplicam a ponto de saturar o espaço. Nesse momento, a superfície pode transmitir uma sensação ainda maior de desordem. Uma forma simples de reorganizar a mesa é retirar tudo o que está sobre ela e separar os objetos em três grupos: o que é usado diariamente, o que pode ser guardado em outro lugar e o que já não tem nenhuma utilidade. Após essa triagem, devem voltar para a mesa apenas os itens necessários ou aqueles que tenham um significado pessoal. A falácia do ‘Just Do It’: por que o cérebro prefere o sofá à academia (e não é culpa nossa) Menos objetos, mais organização Uma luminária, um livro e algum objeto pessoal podem ser suficientes para manter a mesa funcional. Carregadores, óculos e outros acessórios podem ser guardados em gavetas ou caixas pequenas, ficando acessíveis sem ocupar a superfície. Também é útil definir um lugar específico para cada objeto e realizar limpezas periódicas. Assim, a mesa não volta a se transformar facilmente em um ponto de acúmulo. Independentemente das crenças relacionadas ao feng shui, manter esse espaço organizado pode reduzir a poluição visual e facilitar o acesso aos itens necessários quando eles forem utilizados. A proposta, em última análise, não é eliminar todos os objetos do quarto, mas evitar que a mesa de cabeceira perca sua função e se transforme em um local onde se acumulam coisas que não têm outro lugar para ficar.

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