Uma estudante universitária britânica quase morreu de sepse depois de confundir os primeiros sintomas da doença com uma forte ressaca. Elle Black, hoje com 21 anos, tinha 18 e cursava Comunicação Social, Jornalismo e Cultura na Universidade de Cardiff quando adoeceu, em 2024, após passar uma noite com amigos assistindo ao Torneio das Seis Nações. Mergulhador tem os dois braços dilacerados em ataque de tubarão-touro na Flórida Mulher de 35 anos morre de insolação após escalar montanha no País de Gales durante onda de calor — Naturalmente, todos, inclusive eu a princípio, presumiram que eu estava apenas sofrendo de uma forte ressaca — contou Elle. Mas seu estado piorou rapidamente: ela passou a sentir febre, náuseas, sonolência extrema e fortes dores musculares. Atendimento rápido fez diferença Após uma consulta online, Elle recebeu uma receita de antibióticos para uma suspeita de laringite, mas estava indisposta demais para buscar o medicamento. Quando percebeu a gravidade do quadro, foi ao Hospital Universitário do País de Gales, em Cardiff, onde alertou os profissionais sobre a possibilidade de sepse. Ela foi atendida rapidamente e começou a receber antibióticos e fluidos intravenosos em menos de meia hora. Posteriormente, os médicos concluíram que a sepse havia sido provocada por uma complicação grave da amigdalite, com formação de abscessos próximos às amígdalas. — Essa velocidade é o motivo de eu ainda estar aqui — afirmou. Segundo Elle, os médicos disseram que, se tivesse esperado mais 12 horas para procurar ajuda, poderia não ter sobrevivido. A sepse é uma reação extrema do organismo a uma infecção e pode evoluir rapidamente para choque séptico, falência de órgãos e morte. A Sepsis Research FEAT alerta que sinais como febre ou temperatura muito baixa, confusão, dificuldade para respirar, batimentos acelerados, dor intensa e tontura exigem atenção, especialmente quando aparecem juntos e pioram. Completamente recuperada, Elle agora defende que estudantes recebam informações sobre a doença ao entrar na universidade. — Em casos de sepse, cada minuto conta. É sempre melhor ser examinado do que esperar — disse.
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Britânica confunde sepse com ressaca e médicos dizem que atraso de 12 horas poderia ter sido fatal no País de Gales
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